Edição Nº: 4700 - Quinta-Feira, 20 de Junho de 2013.
 
Vacinação contra a pólio segue até esta sexta-feira

A Campanha de Vacinação contra a Poliomielite se encerra nesta sexta-feira (21). Desde o dia 8 deste mês, mais de 465 mil crianças já receberam as gotinhas que protegem da doença chamada de pólio ou paralisia infantil. Isso representa, no momento, uma cobertura de 77,45%. A meta até o término da ação é alcançar 95% do público-alvo, ou 571 mil crianças.
Nesta edição da campanha, as crianças menores de 6 meses não estão incluídas, pois já são imunizadas com a vacina injetável da poliomielite, que integra o calendário básico infantil. Esse tipo deve ser dada aos 2 e 4 meses, completadas com mais duas doses orais aos 6 e 15 meses. Por isso, é importante não se esquecer de levar a caderneta de vacinação das crianças para que o profissional de saúde possa avaliar a situação vacinal da criança.
Saiba mais
Não existe tratamento contra a pólio, e somente a prevenção, por meio da vacina, garante a imunidade. O Brasil está livre da poliomielite há mais de 20 anos. O último caso no país foi registrado em 1989, na Paraíba. Em 1994, o Brasil recebeu da Organização Mundial da Saúde (OMS) o certificado de eliminação da doença. Mas como o vírus ainda circula em países como Afeganistão, Nigéria e Paquistão, a vacinação é o único mecanismo capaz de garantir que o vírus não volte a ingressar no país.
A doença
A poliomielite é uma doença infectocontagiosa viral aguda que atinge, principalmente, crianças de até 5 anos. É transmitida pelo poliovírus, que entra pela boca. Ele é carregado pelas fezes e também em gotículas expelidas durante a fala, tosse ou espirro da pessoa contaminada. Falta de higiene e de saneamento na moradia, além da concentração de muitas crianças em um mesmo local, favorecem a transmissão. 
O período de incubação (tempo que demora entre o contágio e o desenvolvimento da doença) é, geralmente, de 7 a 12 dias, podendo variar de 2 a 30 dias. A transmissão também pode ocorrer durante o período de incubação. O poliovírus se desenvolve na garganta ou nos intestinos e, a partir daí, espalha-se.

 
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